domingo, 21 de julho de 2013

MARAT


1743-1793

Era o ano de 1788, Luís XVI, herdeiro do falido Estado francês, parava salvar-se dos apuros, proclamarava a convocação dos Estados Gerais, parlamento que não seu reunia há mais de um século. Na verdade, dava início à Revolução Francesa.
Cinco anos após a convocação, o Dr jean marat o líder mais odiado desta Revolução, ídolo da plebe de Paris, conhecido como " o Amigo do Povo", tombaria sob o punhal de Charlotte Corday.

Marat, " o Amigo do Povo "
A 24 de maio de 1743, no Ducado de Neuchatel, então possessão dos Hohenzollern, família real da Prússia, nascia Jean-Paul Mara, futuro Marat. Seu pai ex monge sardo casara com uma suíça, Louise  Cabrol, da qual teve sete filhos. Gente da baixa classe, mas remediados, conseguiram dar alguma instrução à vasta prole: Jean Paul, o mais velho, pode estudar no colégio de Neuchatel, e seu outro irmão seria instrutor na côrte de Catarina II da Rússia.
Com dezesseis anos, Jean-Paul abandonou a casa paterna, indo viver na França. Em 1762, com dezenove anos, o jovem estava em Paris.
Era baixo, de ombros largos e braços fortes,   grandes olhos negros, nariz aquilino, fronte ampla, tez morena e voz vibrante.
Tinha aspirações intelectuais. Como êle próprio escreveu, " desde os primeiro anos fui devorado pelo desejo de gloria.....Com quinze anos quis ser professor, com dezoito autor, com vinte gênio criador, assim como agora quero sacrificar-me pela pátria "
Seus interesses eram variados filosofia, história ciências, literatura. Mas só havia bibliotecas nas grandes mansões; comprar   livros era luxo de ricos. Um rapaz de poucas posses devia pedi-los emprestados ou então frequentar a casa dos possuidores
Por essa e´poca, parece ter conhecido os enciclopedistas, que frequentavam o mesmo tipo de gente, um típico representante do Terceiro Estado reverenciava Rousseau e Montesquieu, ao mesmo tempo que repudiava o ateísmo tão em voga entre os iluministas.
Com 22 anos, Jean-Paul reside em Londres, frequenta o Saint Martin's Lane, café dos artistas e passa fome. Já nesse período, ainda sem ser médico, aventura-se a dar as primeiras consultas a fim de remediar alguns almoços. Tem vários amigos médicos e, " levado pela curiosidade de conhecer a alma humana " passa seus dias em hospitais e prisões.
Em Londres, viu ruelas imundas, lama lixo, ambulantes turbas de mendigos a dificultar o tráfego de nobres carruagens precedidas por truculentos lacaios. Uma multidão desempregada de rurais afluía à capital para viver de medicância, roubo e prostituição.
Por fim, um verdadeiro motim tomou conta da cidade, e Marat presenciou o povo sair ás ruas para bater-se pelas reformas, enfrentando os guardas-reais.sobre as reformas necessárias.
A revolta, a efervescência política, a audaciosa liberdade de expressão dos clubes da classe média, no decorrer da violenta campanha eleitoral de 1774, tiveram sobre Marat um efeito contagiante. Redigiu uma série de "discursos" 

Como não pudesses assiná-los sem que a polícia o expulsasse do país, publicou-os anônimamente, fazendo-se passar por inglês.
Esse movimento na Inglaterra influiu decisivamente no pensamento político de Marat. Foi por essa época que terminou de escrever As Cadeias de Escravidão.
Durante anos pesquisara livros de toda espécie, Plutarco, Tito Lívio, Tácito, Maquiavel etc.
A influência de Rousseau é indiscutível. " O homem nasceu livre e, em todos os lugares, êle se encontra agrilhoado", é o que diz o filósofo em seu livro Do Contrato Social
Em junho de 1775, Jean-Paul se diploma em medicina pela Universidade de Saint Andrew em Emdiburgo. Passa também a assinar Marat, afrancesando seu nome.
Sua vida sofre radical transformação . Mora em Soho, bairro elegante, e já pode pagar a publicação de seus ensaios e artigos médicos.
A 10 de abril do ano seguinte deixa Londres. em Paris consegue uma clientela rica e em pouco tempo, torna-se médico da moda. Entra a serviço do Conde d'Artois, irmão do rei e futuro Carlos X, com bom ordenado e alojamento.
Apesar de estar bem trajado não esquecia o que vira nas ruas, hospícios e prisões. 
Em janeiro de 1792 Marat conheceu Simone Evrad, costureira que Albertine Marat descreverá como " inflamada pelo espírito da liberdade". Durante os dezoitos meses de vida que restam a Jean Paul, ela será sua companheira devotada  , e por 31 anos sua fiel viúva.
Marat era sujeito a depressões cíclicas. A causa de seu desencorajamento deve ter sido a histeria guerreira, após o massacre do Campo de Marte, tomara conta da França.
A 11 de julho, na casa onde mora com a irmã e a mulher, dorme-se de portas abertas, o calor é insuportável. Por causa de uma doença da pele contraída na sua fase de fugitivo, quando morava em insalubres ruelas, Marat, passa seus dias mergulhado na banheira. Ali escreve, a cabeça envolvida num lenço com vinagre. Entram e saem os jacobinos, populares, amigos.Trazem comunicados e informações.
Numa loja do centro de Paris, Charlotte Corday, jovem aristocrática vinda de Caen, compra uma longa faca. Na manhã do dia 13, ela dirige-se á casa do " monstro ", o homem que tirou tudo de sua família e aos amigos, o "massacrador" de setembro.
Marat, constantemente interrompido escreve seus manifestos. Acordemos é hora. Não pode recebe-la. Charlotte volta à tarde. A situação é a mesma. "Deixem entra a cidadã", diz Marat distraído, deve ser mais alguma sugestão ou pedido. Continuando a escrever, " o Amigo do Povo " pede-lhe que aguarde apenas um instante. Segundos depois a faca se enterra em seu peito, enchendo a banheira de sangue.

Tomada da Bastilha, a 14 de julho de 1789, o povo de Paris intervém pela primeira vez na Revolução Francesa e tem início um processo que levará à decapitação de Luís XVI

A família real francesa recebe a notícia de sua condenação

O assalto à Bastilha durou 4 horas, e a libertação dos prisioneiros foi ra´pidíssima; na verdade havia apenas catorze. A fortaleza, situada no coração de Paris, tinha mais importância militar que outra coisa..



A Guarda Nacional, arama criada pelos burgueses de Paris durante a Revolução, foi inicialmente dirigida por Lafayette. Soldado com a tradicional farda dessa arma, tendo ao fundo a Bastilha toma

Guerra contra a Áustria

Robespierre

O plebeu parisiense ( san-culotte. Foram batalhões d~estes homens que em Valmy  salvaram a França e apoiaram os jacobinos na derrubada da monarquia


Os cafés foram importantes pontos de reunião e discussão, onde a imprensa revolucionária, como a de Marat e Camille Desmoulins, circulava livremente

Marat que antes da Revolução pensara em excluir as mulheres do direito de voto, mudou de ideia quando as plebéias de Paris demonstraram ser uma das mais ativas forças de sustentação do governo revolucionário

31 de maio de 1793. Os deputados girondinos após terem sua prisão decretada, deparam à saída da Assembléia com a maré de lanças dos plebeus que cercaram o edifício.
Em primeiro plano à esquerda de chapéu preto e capote amarelo, Marat segura as mãos de dois. patriotas. 

Triunfo Fúnebre de Marat






sábado, 15 de junho de 2013

RAINHA VITÓRIA

1819-1901

A Inglaterra, 
primeira potência industrial e colonial do mundo,
 a Inglaterra tinha na rainha 
o
 próprio
 símbolo de sua potência.


Descrição de Londres no inicio do século XIX
Bond Street, uma das mais elegantes  ruas do comércio  de Londres.

Nas elegantes calçadas de Regent Street, desfilavam as grandes personalidades da aristocracia, da política e das finanças. As ultimas criações de moda expostas nas vitrinas, ostentadas pelas mais belas damas da época
Vitrines ricamente decoradas, damas vestidas passeando de braço dado, impecáveis fiés a etiqueta. Carruagens deslizavam, cocheiros de libré aguardando a volta de seus senhores, abrindo-lhes a porta dos veículos.
Em Londres depois das 5 escurece rápido no inverno, e as damas começam a se retirar-se. Lojas expunham produtos finos, presuntos, doces finos, frutas secas etc.
Situação econômica inglesa:
Milhares de camponeses ou ex-camponeses que haviam abandonado, as terras de seus senhores afluíam em massa às cidades.
As ricas jazidas de ferro e carvão permitem fornecer emprego a grande parte desta população.
Graças á máquina a vapor e outros progressos técnicos, desenvolvia-se uma indústria sem rival em todo o mundo..
Para produzir e vender barato no estrangeiro, os industriais economizavam tudo o que podiam na matéria-prima e nos salários.
Sua jornada iniciava-se  às 6 da manhã e terminava às 20,30 ( no inverno 0. Durante o verão começava às 4 da madrugada e chegava, por vezes até as 22 horas.
Empregava-se também o trabalho feminino, pago pela metade do masculino, ou o trabalho infantil.
As fábricas era um lugar cheio de mulheres, todas jovens, algumas grávidas, obrigadas a ficara de pé durante doze horas. Trabalhavam das 5 da manhã as 7 da noite, com apenas meia hora de descanso. O calor era sufocante e o cheiro desagradabilíssimo.
As condições de trabalho eram desumanas
As novas e modernas indústrias inglesas do século XIX, o lucro sua principal preocupação, sem escrúpulos, uma jornada de trabalho longa com salários reduzidos, onde mulheres homens e crianças são exploradas.

Quem governava nesta Inglaterra industrial!!
O governo era uma monarquia constitucional, onde o rei aceitara a limitação de seus poderes em favor do Parlamento.
Quando morre Guilherme IV, em 1837, não há herdeiro masculino para a cora inglesa. Nesta condições, a tradição ingl~esa admitia a sucessão feminina, que já dera certo com a grande Elizabeth. Desta vez, sem outra alternativa, a cora britânica foi colocada na cabeça de uma jovem com apenas dezoito anos Vitória, tem sua nova rainha.
 

Vida de Vitória: infancia
Não teve irmãos e irmãs, com quem conviver, educada de forma austera pela mãe, a Princesa Vitória passara a vida encerrada no Palácio de Kensington. Sob a direção de severas instrutoras, aprendera o francês e o alemão, além de outros conhecimentos julgados indispensáveis para quem provavelmente herdaria a coroa. Nenhum contato fora-lhe permitido com a corte, julgada imprópria para a princesa.

Vitoria casa-se em 1840 com seu primo Alberto Saxe-Coburgo, teria com ele uma vida de família verdadeiramente exemplar. Juntamente com os noves filhos, o casal real viveria no Palácio de Buckingham, sem adultério, sem escandá-los. Era uma transformação radical na imagem que se fazia da monarquia.
A harmonia conjugal da rainha  seu vestido de seda negro, os hábitos simples e mesmo puritanos que se instaura na côrte tornam-se um modêlo para a Inglaterra.
Sem  dúvida , a rainha reina, mas não governa. O parlamentarismo britânico não cederia uma só polegada a qualquer forma de autoritarismo monárquico. Mas a figura  da rainha o caráter solene que ela atribui ás instituições, parece prometer uma era de paz, estabilidade e progresso.
 
Tendo em suas mãos o príncipe herdeiro Alberto, a Rainha Vitória oferece á Inglaterra um exemplo de moralidade e de vida familiar.


Como foi os primeiro anos da chama Era Vitoriana!!!!!!!!
Nos bairros populares as condições de vida eram deploráveis. Petições chegavam ao palácio, reclamando medidas da rainha em favor das crianças.
Se na Inglaterra a situação das classes desfavorecidas era das mais difíceis, na Irlanda ela era catastrófica,
No entanto, a Irlanda era um país agrícola, teoricamente, não deveriam faltar alimentos.Acontece porém, que a maioria de suas terras eram propriedades  de ingleses. Verdadeira aristocracia colonial, tais senhores alugavam a terra aos lavradores irlandeses.. Além desse aluguel e de uma porcentagem da produção, os camponeses deviam pagar ainda pesados impostos à Igreja Anglicana ( protestante ).
Em 1845, u ma praga atinge as plantações de batata na Irlanda, destruindo toda a colheita. Como se não bastasse , uma epidemia atinge o rebanho suíno. A fome torna-se uma catástrofe nacional: mais de uma milhão de camponeses abandonam as terras e dirigem-se para a Grã-Bretanha à procura de trabalho.
Vida conjugal da rainha:
Juntamente com o Princpe Alberto, a rinha passava a maior parte do tempo fora de Londres. A vida retirada que levavam destoava da pompa de Buckingham ou mesmo do Palácio de Windsor. Graças ás economias feitas no orçamento doméstico, Vitória adquire o Castelo de Osborne, na ilha de Whig, e posteriormente o de Balmoral, nas Escócia.
Não são castelos gigantescos, mas tem enormes jardins  e situam-se perto de bosques onde, periodicamente, o Príncipe Alberto organiza as tradicionais caçadas á raposa.
Em contato permanente com a natureza, Vitória e Alberto levantam-se cedo, dormem cedo, comem pouco, bebem menos ainda. Passam o tempo na companhia dos mais jovens de seus noves filhos, pois a primeira filha - Vitória - casa-se bastante cedo com o príncipe herdeiro da Prússia.da rainha na vida política.É reduzida a participação na vida política.  Limita-se a presidir solenidades importantes, como a abertura de sessão no Parlamento ou o tradicional discurso do trono, em que simplesmente expressa a apolítica do primeiro-ministro. Simples e majestosa, Vitória aparece como uma espécie de árbitro entre o governo e o povo, exercendo influência moderadora nos conflitos parlamentares e projetando a imagem de uma Grã-Bretanha serena e poderosa.
Quando o Príncipe-Consorte Alberto morre, em 1861, a Inglaterra inteira juntar-se à tristeza da rainha.
O mundo todo procura a etiqueta " MADE IN INGLAND"

No ano de 1848, um esplêndido baile reune a corte no Buckingham Palace. Enquanto isso nas, era derrotada pelas armas a revolta cartista.
Rainha numa ilha e imperatriz em quatro continentes
Em todos os continentes, as bases navais britânicas asseguram a dominação dos mares: Gilbratar, Chipre, Suez, Trinidad, Cidade do Cabo, Santa Helena, Aden, Ceilão, Singapura.
Etapas na rota das colônias ou importantes entrepostos coloniais em toda parte tremula a bandeira da Inglaterra. Esta pequena ilha  era dona de um fabuloso império.
Em 1876, Vitória recebe o título de Imperatriz das Índias
O ano de 1887 começa a festa na Inglaterra. Retratos da rainha são vendidos em todas as esquinas e afixados orgulhosamente na paredes das residências. Até nos vidros de geleia , aparece uma inscrição: "1837-1887 --Vitória , a Boa", vindo em seguida o lema nacional: " Paz e Abundância".
A Rainha Vitória festejava seu jubileu de ouro -- cinquenta anos de reinado. Sua popularidade era grande, especialmente nas camadas sociais que haviam colhidos frutos da expansão econômica e colonial. Para a grande maioria da população inglesa, era no entanto uma espécie de " vovó" caridosa, a quem se deviam creditar os fatos felizes e perdoar os infelizes.
Dez anos mais tarde, Vitória celebraria ainda o seu jubileu de diamante. Mas, nessa altura, os ingleses já não teriam tantas razões de contentamento. A fase de expansão que marcara quase toda a Era Vitoriana parecia-se aproximar-se ao fim

A produção de carvão já não crescia no mesmo ritmo, o mesmo ocorrendo com a produção de aço, e a Grã Bretanha já não era a primeira e mais avançada potência do globo. Tinha sido ultrapassada pelos Estados Unidos e pela Alemanha; esta se tornara uma ativa concorrente dos ingleses em mercados até então considerados exclusivos.
As consequências financeiras são graves para a Inglaterra; seus próprios banqueiros e capitalistas preferem investir nos Estados Unidos.
Com 75 anos, a Rainha Vitória conserva toda a energia. Numa mensagem enviada aos soldados britânicos em luta na ´Africa, acentuava:
"Peço-v-s que tenhais presente o fato de que aqui ninguém está deprimido. Não me interessam as possibilidades de derrota; elas não existem".
Com oitenta anos de idade, retir4ar-se para o castelo na Escócia, onde passara, em companhia de Alberto, os melhores momentos de sua vida. A 18 de janeiro de 1901 os filhos são chamados à sua cabeceira. Está presente ainda seu primo Frederico Guilherme, rei da Prússia. E nos seus braços que morre Vitória no dia 21 de janeiro.
Com a velha rainha também o grande século de supremacia britãncia. Seu reinado englobara um longo período histórico, que foi marcado pçela sua figura de " vovó" caridosa. Era o fim da chamada , Era Vitoriana

domingo, 26 de maio de 2013





NAPOLEÃO


"Tanto na glória como na adversidade o genial comandante tem a palavra capaz de levantar a moral de seus homens.Não se trata de  conquistar a Europa, mas de libertar-la da opressão"

1769-1821

1769- nasce Napoleão Bonaparte, na ilha de Córsega.
Napoleão Bonaparte, não era francês, mas originário da ilha de Córsega, onde viveu com sua família até a idade de dez anos. Vindos da Itália, os bonapartes haviam-se estabelecido dois séculos antes na Córsega.

Quem eram eles:

Eram modestos proprietários de terras, membros da pequena nobreza decadente, cuja maior aspiração consistia em fazer parte do setor elevado desta categoria social.
Com certo faro para os negócios, o pai de Napoleão,  acompanhado dos filhos mais velhos, José e Napoleão, Carlos Bonaparte embarca em 1779 para a França, onde os meninos passam a frequentar a escola.
Quanto a Napoleão, inscreve-se desde cedo na Escola Militar de Brienne, preparando-se para uma carreira julgada promissora. Dai passaria à famosa Academia do Campo de Marte, em Paris onde receberia o grau de segundo-tenente.
Por sua condição social, por não ser francês, era ridicularizado pelos colegas, era uma pessoa simples, não tinha berço aristocráticos, o soldo que recebia era pouco, vivendo de maneira simples,porém tinha um caráter impulsivo e violento.
Com a morte de seu pai, seu pequeno soldo devia ajudar no sustento de sete irmãos e irmãs. Esta situação fez dele um soldado sem entusiasmo e bem pouco assíduo ao quartel.
Sentia-se um estrangeiro entre os franceses, chegando a considerá-los tiranos e culpá-los pela miséria de sua família.
1789, França, havia revoltas e
para reprimir uma delas , o Tenente Bonaparte toma a palavra pela primeira vez em praça pública.
"""""Que as pessoas honestas voltem para casa. Eu só atiro sobre a ralé" seria pronunciado com respeito, nos salões parisienses

Um jovem comandante,  ainda desconhecido, obtém surpreendentes vitórias na Itália. Seu nome
PARIS----as notícias chegam sem parar,população armada ocupa a Bastilha, símbolo do poder real; nas províncias, os camponeses sublevados invadem castelos, queimam as velhas cartas que consagravam os direitos feudais, declaram abolidos os impostos, tomam posse da terra.
Como Napoleão via esta situação, sentia   um sentimento de profundo desprezo pelo monarca Luís XVI, só poderia ser um fraco,  como pode um rei ser vencido pela massa inculta
O período de incertezas pairava na França de 1789, formava-se um novo governo, o Diretório, composto por cinco membros que procurava consolidar no país uma República conservadora. Um entre eles, Paul Barras, era amigo de Napoleão.
As portas do poder estão abertas a Napoleão, era preciso de habilidade, necessário imiscuir-se nos meios políticos.
Ai conhece Josefina de Beuaharnais.
Mas quem era ela:
Josefina de Beauharnais era viúva de um nobre guilhotinado, notoriamente conhecida como amante de Barras. Além de bela de fascinante, Josefina era bem relacionada nas altas esferas, e isso convinha a Napoleão.
Assim através de Josefina esposa de Napoleão impulsionada  a carreira do futuro imperador, sendo assim após três dias de seu casamento, Napoleão recebe o comando do exercito francês em luta na fronteira da Itália.
Como as potencias européias viam um novo regime político surgindo na França, eram contra a este novo regime Porém  escritores e filósofos, como Goethe  
          Kant      
               Fichte    
, saudavam na Revolução o fim do absolutismo
Por ondem passavam as tropas revolucionárias francesas, declaravam abolidos os impostos e direitos feudais, confiscam os bens da igreja e da nobreza, promovendo a revolução agrária, ganham apoio maciço dos camponeses  alemães.





Napoleão: mito ou realidade!!!!!!
O golpe de 18 Brumário levou ao poder Napoleão Bonaparte ( 1769-1821), o general mais brilhante da França. Sua ascensão assegurou à burguesia a estabilidade política e pôs fim aos distúrbios provocados pela " esquerda" igualitária e pela reação monarquista
Em 1802, Napoleão Bonaparte obteve o consentimento popular num plebiscito, para tornar vitalício o cargo de Primeiro Consul, ou seja chefe político da França.
Dois anos mais tarde na Catedral de Notre Dame, o militar nascido na Côrsega colocou uma coroa na própria cabeça e assumiu o título de Napoleão I, Imperador dos franceses.
Em 1810 Separado de  Josefina, Napoleão casa-se com Maria Luisa  da Áustria.
Em 1812 Campanha da Rússia. Encontrando num país devastado. Napoleão é obrigado a abandoná-lo devido ao rigoroso inverno - 400.000 soldados morrem na retirada; é o fim do " grande exército"

Nos dois últimos anos do governo imperial, boa parte da sociedade francesa passou a temer os rumos do excessivo autoritarismo de Napoleão. Suas iniciativas seguiam caminhos contrários aos ideais do seu governo.
As colheitas medíocres, nos últimos anos de seu governo, resultaram numa crise alimentar
O exército permaneceu fiel, porém a perda de contigentes, associadas a campanha desastrosas na Rússia e na Península Ibérica, enfraqueceu a moral dos soldados. A opinião pública passou a se perguntar se a gloria imperial valia o sacrifício das vidas de tantos jovens franceses.
A ruína definitiva de Napoleão veio após a batalha de Waterloo, na Bélgica ( 1815), quando o exercíto  coligado de ingleses e prussianos venceu as tropas imperiais e pôs fim a seu projeto político na França. Napoleão voltou a Paris e abdicou defenitivamente do cargo de imperador. Em seguida foi exilado na ilha de Santa Helena, possessão britãnica no Atlãntico Sul, onde morreu a 5 de maio de 1821.


sábado, 18 de maio de 2013


Recordando



Nas horas vagas
Tambem ocupadas

Nos dias tristes
Tambem alegres

Nos anos esquecidos
Tambem lembrados



Sentimentos passados
Tambem presentes

Uma ausência

Tambem uma presença
Também uma saudades


LC-2013
 14 de maio de 2103 três anos de existência!!!!!!!! quem diria

UM POUCO DE HISTÓRIAS E HISTÓRIAS

179.123 acesso

 UM MOMENTO ESPECIAL, quem sabe!!! um caminho!!!!!! um desabrochar, a capacidade de sempre recomeçar a cada ano que passa

domingo, 21 de abril de 2013

ABRAHAM LINCOLN

1809-1865



Abraham Lincoln nasceu numa cabana de madeira, sem porta, chão de terra batida, um só grande quarto, aquecido por uma lareira de argila perdida entre as colinas selvagens do kentucky ., filho  de Thomas e Nancy Hanks.

Era uma família de pioneiros que, como outras migrara para o oeste à procura de terras melhores. a família Lincoln transfere-se para Indiana. 
1816
Quando tinha dois anos seus pais mudaram mais para o sul, e com cinco  o garoto assiste ao cortejo das caravanas que se dirigem ao " vale da democracia " o sul de Ohio, Indiana e Illinois; são os pioneiros abandonando as terras tomadas pelas plantations.
À sua frente desfilam os pregadores itinerantes que criarão os fundamentos da Igreja Batista, e as filas de escravos levadas por guardas a cavalo às novas fazendas.
Este vasto território recebeu sucessivas levas de imigrantes, vindo principlamente da Grã-Bretanha, Irlanda, França, Países Baixos, Escandinávia, dos territ´roios germanicos e eslavos. Essa gente fugia da fome e das perseguições religiosas e políticas. Sonhava com uma vida melhor num país onde haveria liberdade de trabalho, de expressão e de crença religiosa. Sonhava em ter seu pró´rio pedaço de terra.
O sonho0 do acesso à terra contribuiu para a ocupação das pradarias, num processo mostrado por Hollywood nos filmes de faroeste
Guerra civil nos Estados Unidos, escravidão ou trabalho livre eis a questão, transformara-se numa escolha básica da história americana.
As colonias inglesas da América do Norte nunca possuíram uma nobreza da terra ou feudalismo. Foram os puritanos que iniciaram a colonização, eram gente da classe média, crentes no valor do trabalho, e viam com maus olhos a nobreza improdutiva.
Os Estados Unidos surgiram como um país sem nobres, no entanto formaram-se grandes propriedades, porém não havia relações feudais, nenhum trabalhador foi jamais ligado a terra, vendido ou trocado com ela, num regime de servidão da gleba.
Os indivíduos nasciam cidadãos, que podiam enriquecer ou não, negociando ou trabalhando.
Enquanto na Europa as revoluções aconteciam aqui na América, os americanos cultivavam, colonizavam, comerciavam, protegidos pela "Declaração de Direitos " tendo como adversários não os nobres mas a natureza e os índios.
O comércio e a produção livres num país de cidadãos livres, evoluíram com rapidez e permitiram acumular riquezas como a a nenhum outro povo da época


O algodão torna-se a economia dos Estados Unidos do sul, especializou-se na produção do algodão, cria-se então uma fiandeira mecânica capaz de trabalhar com a variedade americana de algodão chamada de " fio curto", tornando-se assim o algodão um bem de consumo com enormes futuro econômico e em poucas décadas.
Onde e como era plantado:
Este algodão era cultivado no sistema de plantations, grandes propriedades que utilizavam o trabalho escravo. Elas tornaram-se um grande negócio, capitais foram investidos maciçamente, e a escravidão, que entrara em decadência, enquanto empregada nos pequenos negócios, onde o trabalho livre rendia mais por ter maior estímulo e iniciativa, floresceu como nunca.
Durante a infância de Lincoln, uma nova aristocracia foi gerada nos Estados Unidos do suil do país, produtores de algodão: a dos proprietários de rebanhos humanos. Originou-se até mesmo uma subcultura dentro da cultura americana; aquela que seus beneficiários denominaram o "southern way of life" - o modo de vida sulista.Mostrava o aristocrático e benevolente proprietário de escravos governando seus negros submissos, desprovidos de direitos .
Os lucros com a venda do algodão nos mercados ingleses e nortistas tornaram-se tão grande que a vida dos negros pouco valia.
Um jovem que começasse a trabalhar nas plantations podia contar com mais de dez anos de vida em média. Depois disso morreria abandonado e outro infeliz tomaria seu lugar, para perder a pele das mãos trabalhando no algodão, receber chicotadas, a fim de acelerar o ritmo da tarefa, dormir em senzalas fedorentas e ser separado da mulher e dos filhos na hora que o dono quisesse.
Apesar de mergulhados na mais extrema miséria, impedidos de se comunicar, reunir, ler, os escravos se rebelavam com as fôrças do desespero. Revoltas espontâneas e explosivas, sangrentamente castigadas
O algodão sulista era utilizado na industria têxtil do norte, que fizera subir seu preço e impulsionara a escravidão. Mas como o bom negocio no sul era o algodão, ali a indústria não se desenvolveu.
Todo dinheiro revertia para a plantations. A terra fértil permitia que a cultura do algodão se expandisse sempre mais para oeste, tirando terrados dos índios e introduzindo ali o trabalho escravo.
Ao mesmo tempo que isso se passava no sul, a indústria americana no norte crescia vertiginosamente
Em 1861 quando já presidente dos Estados Unidos, Lincoln se vê envolvido na guerra civil, existem bem mais de 5 milhões de fusos, invadindo o mundo de tecido americano, bom e barato. O mundo mas não os Estados Unidos do Sul. Mas como poderiam comprar se lá só existia escravos, que não recebem salários, portanto não podem gastar
Em 1816 Thomas Lincoln, seu ´pai também decide partir para Indiana. A vida se tornara-se mais difícil. E com sete anos e meio, Abraham já trabalhava o dia inteiro nos bosques entre mosquitos e esquilos, enquanto a noite ouvia os porcos grunhirem de terror com o cheiro dos pumas.
Sua mãe Nancy não resistiu às duras condições, vindo a falecer dois anos depois.
Passados alguns meses, Thomas casou-se com Sarah Bush Johnston, jovem víuva que ensinará Abraham e a irmãs a ler, a contar, e a tomar gosto pela leitura. Essa madrasta, que Abraham lembrará com afeto até a morte, foi a primeira pessoas a acreditar   que o afilhado " seria certamente um grande homem" e por muito tempo a única. Além da instrução que dela recebeu, pouco aprenderia com os raros professores itinerantes que se aventuravam até o bosque. Lincoln foi um completo autodidata.
A  vida agrícola da juventude marcará profundamente o futuro presidente que sempre será um homem da fronteira agreste. Já adulto e político atuante, seus discursos estarão repletos de metáforas referentes ao plantio, ao arado, aos porcoso, ao trabalho solitário nos bosques. Mas êle jamais idealizou a vida dos pioneiros, que tornaria um solido  mito nos Estados Unidos de seu tempo. Tendo sido êle próprio pioneiro, sabia muito bem que vida era aquela.
Aos 19 anos construíu  com um amigo, uma barca de madeira e juntos puseram-se a comerciar pelo rio Mississípi, levando produtos agrícolas até Nova Orleans. Tempos depois, já independente estabeleceu-se em Nova Salem, pequena aldeia de Illinois. Alí descobriu a política.
Em 1832 Lincoln lançou sua candidatura a deputado estadual.
Em 1834, êsse rapaz alto e anguloso, de fala camponesa e cultura limitada foi eleito para a Assembléia de Illinois, com o maior número de votos. Em 1838 conseguiu releger-se e em 1840 era candidato a presidência da cãmera. Tornara-se um político profissional. Como a maioria dos cargos públicos não eram então remuneraqdos, precisou encontrar um ganha-pão.Por algum tempo trabalhou no Correio Depois escolheu a clássica profissão do político: a advocacia. Não eram necessários cursos. Bastava ler alguns livros e depois prestar exame. Em 1836 foi aceito  nos tribunais e deu início á suas defesas. Processos simples de gente simples, que lhe arranjavam eleitores.
Divorcios, vacas que invadiam propriedades, cabras roubadas e até um assassinio, do qual conseguiu inocenter o acusado.
A 4 de novembro de 1842, casou-se com Mary Todd, filha de um banqueiro, que largou a rica família para unir-se ao pobre advogado. Foi o único amor da vida . Mas a infeliz Mary era mentalmente doente, patologicamente ciumenta e tornou a vida do fiel marido um inferno ( mais tarde enquanto Lincoln, com os nervos desgastados, dirigia a guerra civil, Mary corria pelas lojas fazendo dívidas que o pobre presidente dos Estados Unidos não podia pagar).
Tanto na vida privada quanto na pública Lincoln sentia-se infeliz.
Entre 1849 e 1854, período do retiro político de Lincoln, enquanto lia Skapesare, livros de matemática e jornais, os Estados Unidos entravam em ebolulição. A escravidão tornara-se o problema central
Enquanto  Lincoln fora deputado a causa dos negros lhe permanecera estranha. Também dissera ser preciso deixar que a escravidão definhasse naturalmente  nos Estados escravistas e impedir que ela viesse a se implantar nos Estados livres.Considerava a escravidão má política, mas acreditava não haver nada melhor a fazer senão contê-la nos lugares onde se radicara fortemente.
SITUAÇÃO ESCRAVISTAS nos Estados Unidos quando Lincolon estivera afastado do poder:, os abolicionistas tomaram as ruas e os jornais numa campanha de envergadura jamais vista. O Clero e a juventude ´protestantes   não falavam de outra coisa, os maiores pensadores e poetas americanos, participavam da campanha.
Em 1852, A CABANA DO PAI TOMÁS, romance abolicionista  vendeu milhares de exemplares ( 300.000).
Em 1854, Lincoln voltou á política elegendo-se de novo, deputado prlo Illinois, duas vezes candidatou-se ao Senado por seu Estado e fracassou.
Em 4 de março de 1861, sob o ridículo dos jornais sulistas que publicaram sua posse como  " noticias do exterior ", Lincoln assumiu a presidência. No dircurso inaugural delcarava que " A UNIÃO É PERPÉTUA " e o presidente, por juramento estava obrigado a preservá-la. Ainda assim não quis tomar a inicitiva da guerra e tentou negociar. 
Para a ristocracia sulista, melhor morrer que aceitar o govêrno de Lincoln. A 22 de setembro de 1862, o Gabinete de ministros abolira a escravidão. A medida tinha dupla intenção. Por um lado, desorgtanizar a economia sulista, instigando os escravos a rebelião. Por outro conquistar as classes médias européias para quem uma cruzada contra a escravidão era muiito mmais simpática que uma luta pela unidade nacional.
Apenas se libertavam os escravos nos Estados rebeledes e não nos territórios federais. A explicação encontra-se na resposta de Lincoln ao NEW YORK TRIBUNE, que o acusava de uma nova concepção " absurda e inútil ' ao tentar frustar a rebelião e manter o mal que a causava.
" Meu primeiro objetivo nesta luta é salvar a União e não salvar ou destruir a escravidão. Se fosse possível salvar a União sem libertar os escravos, eu o faria e se pudesse salvá-la libertando todos os escravos, o faria.
E se pudesses savá-la libertando apenas alguns escravos e deixando outros em tal estado. também o faria. O que faço a respeito da escravidão e dos negros, faço-o por acreditar que ajuda a salvar a união. Farei menos toda vez que isto me pareça danificar a causa da União, e farei mais cada vez que isso me pareça fomentá-la"
A abolição completa só ocorreu em 31 de janeiro de 1865. Pessoas se abraçavam aos prantos nas ruas, os abolicionistas vivaim seu grande dia. Mas os liberais tiveram que acordar, pouco depois  para a dura realidade, que Lincoln jamais ocultura: a liberdade sem um programa político de ajuda, adaptação, educação e oportunidades era uma porta falsa que não levava à igualdade de justiça.
O presidente morre antes de terminar sua obra, no teatro Ford"s Theatre, o publico aplaudiu o de pé, entusiasticamente, aplaudia o libertador dos escravos, o reunificador da pátria, o homem que, em quatro anos de govêrno, parecia ter envelhecido vinte.
O agente de segurança, Paker também desceu á platéia e foi assistir o espetáculo. Não notara que na porta do camarote havia um furo, exatamente á altura da cabeça do presidente sentado. Foi por êsse furo que JOHN WILKES BOOTH, ator shakespeariano, desfechou um tiro no crânio de Lincoln. Do balão o assassino saltou para o palco, onde gritou  de forma declamatória "SIC SEMPER TIRANNIS!!!!!! ( Assim sempre com os tiranos ) e saiu mancando às pressas, pois quebrara o pé na queda.
O teatro transformou-se em pandemônio. Levado a uma casa próxima, deitaram o presidente num leito, em diagonal, devido à sua excepcional  estatura. Os médicos verificaram que nada mais havia a fazer e, as 7h20 da manhã, Lincoln deixou de respirar.

Neste mundo que viveu e morreu Abrão Lincoln:

O norte possuía uma indústria manufatrureira desenvolvida  e produção agricolsa suficiente para abastecer o mercado interno graças às mão-de-obra assalariada.
No norte viviam 20 miçhões de brancos no sul, 6 milhões. O norte possuía 110 mil estabelecimentos industriais e o sul 18 mil.
Depois da tempestade: finda a guerra civil, o governo federal adotou o plano de reconstrução   do país e procurou definir o papel do cidadão negro, cuja liberdade havia sido concedida  mediante a 13 Emenda da Constituição.

domingo, 10 de março de 2013


FORMAS DE GOVERNO

O Estado pode exercer o poder de várias maneiras. Daí, a grande diversidade de formas de governo existentes no passado e no presente. Alguns autores adotam a classificação de Aristóteles ( monarquia, aristocracia  e democracia ); outros preferem a de Maquiavel ( monarquia e república ).
---quem governas;
---com que direito governa;
---de que modo governa. 

QUEM GOVERNA:
 o poder é exercido:

a) pelo povo, através de um governo escolhido ou aceito pela maioria  ( governo popular ou democrático )
ou
b)por um indivíduo ou grupo suficientemente forte, que impõe sua vontade ao povo  ( governo de dominação )

COM QUE DIREITO:
a)é um governo de direito, sustentado pela força do direito ( como o direito governar por hereditariedade, ou em virtude de eleição
 ou 
b)um governo de fato, sustentado pela força do direito ( em que a investidura no poder se fez contra a ordem jurídica vigente no Estado

DE QUE MODO GOVERNA:
 que diferencia os governos em
 constitucionais e absolutistas

a)governo absolutista: em que a vontade do governante ( pessoas ou grupo ) é a lei e não está limitada por nenhuma outra lei

ou
b)governo constitucional: em que o poder é limitado por uma legislação suprema à qual todos estão sujeitos, inclusive os governantes


CONCEITOS DE:
 MONARQUIA E REPÚBLICA

MONARQUIA: é a forma de governo em que o cargo de chefe de Estado é hereditário e vitalício


REPÚBLICA: é a forma de governo em que o cargo de chefe de Estado é eletivo e períódico.




CONCEITOS DE:
 ARISTOCRACIA E OLIGARQUIA

ARISTOCRACIA: ( originalmente governo dos melhores ) hoje é o governo em que o poder e os canais de acesso a ele são controlados por uma classe privilegiada: a nobreza ou mais ricos.


OLIGARQUIA: ( originalmente governo de alguns ) governo em que o poder e seus canais de acesso estão  controlados por um pequeno grupo que o explora em proveito próprio, sacrificando o povo.



REGIMES POLÍTICOS


" Diziam os antigos que são ideias que dirigem o mundo".
Portanto cada homem adota um conjunto de ideias sobre o mundo, sobre as coisas e pessoas. Costuma-se dizer que cada pessoa tem sua filosofia de vida. isto é, um  modo próprio de interpretar a realidade e de dirigir a própria vida.
A cada Estado está sempre presente uma ideologia, isto é um conjunto sistemático de ideias. São as ideologias que dão origem aos regimes políticos.

Então o que é REGIME POLÍTICO?

REGIME POLÍTICO: é o modo pelo qual cada Estado se organiza e orienta sua atuação, de acordo com a ideologia por ele adotada.
Assim como cada pessoas tem ideias próprias, diferentes das de seus semelhantes, assim também cada Estado tem sua ideologia.
Portando podemos distinguir dois tipos básicos de regimes:
---o que dá primazia ao Estado, colocando o homem a seu serviço, este é chamado Regime totalitário; o indivíduo é apenas um meio de promover a grandeza do Estado,suprimindo a liberdade individual, e facilita a injustiça social, frusta a iniciativa privada.
---o que dá primazia à pessoa, colocando o Estado a serviço do homem, este é chamado Regime liberal, o indivíduo é o maior valor. O Estado existe para dar ao indivíduo, bem estar, segurança, prosperidade, dignidade, liberdade...O Estado não deixa  de intervir na vida econômica, mas o faz de maneira indireta e generalizada.Reconhece direito á propriedade , desde que esta esteja sujeita ao bem estar social ( bem comum )

REGIME TOTALITÁRIO

REGIME TOTALITÁRIO: nos regimes totalitários, o Estado é um fim em si mesmo, e o homem um meio a serviço deste fim.
Nos regimes totalitários inexiste a tripartição do poder. Só ele é importante. A centralização do poder é total. A separação entre Judiciário, Legislativo e Executivo não existe nesta prática: o Executivo tudo absorve e tudo controla.
Exemplos mais famosos são o nazismo alemão da época de Hitler,

                                         e o fascismo italiano de Benito Mussolini  
Benito Mussolini em um de seus discursos, fez a síntese mais perfeita da ideologia totalitária, quando disse:


" Nada fora do Estado, nada acima do Estado, nada contra o Estado. Tudo no Estado, tudo pelo Estado 
" O valor supremo não é o homem, mas a nação e o Estado, aos quais o homem deve o sacrifício do corpo e da alma "


SISTEMAS DE GOVERNO

Há dois tipos básicos de sistemas governamentais:
1-
PARLAMENTARISMO; 
e
2-PRESIDENCIALISMO