quinta-feira, 14 de julho de 2011

CASTELOS MEDIEVAIS

CASTELOS MEDIEVAIS


Os primeiros castelos surgidos na época carolíngia, eram feitos de madeira, protegidos por uma ou duas paliçadas e erguidos em terrenos elevados. Em volta dos castelos cavava-se geralmente um fosso preenchido com água, a fim de dificultar a penetração do inimigo durante uma invasão.
A partir do século X, os castelos começaram a mudar: suas muralhas ficaram mais altas; os fossos, mais profundos;e, o que é mais importante, o principal material usado em sua construção deixou de ser a madeira e passou a ser a pedra.
Em torno dos castelos erguiam-se muralhas protegidas por torres, onde ficavam posicionados os vigias e os arqueiros. As muralhas externas era formada por muros contínuos, com altura entre seis a dez metros e espessura entre um equatro metros. Já as torres eram, geralmente, dois ou três metros mais altas do que os muros; as maiores e mais reforçadas ficavam ao lado da grande porta de entrada do castelo. Em caso de invasõ, todos os habitantes do feudo buscavam abrigo dentro das muralhas do castelo.
O castelo era, ao mesmo tempo, moradia e fortaleza não somente de reis ou principes, mas também de duques, condes ou marqueses. La o senhor vivia com sua família recebia convidados e estabelecia alianças com seus pares.
Conquistar um castelo não era tarefa fácial. O ataque seguia geralmente os seguintes passos: inicialmente cercava-se o castelo com o objetivo de impedir sua comunicação com o exterior e intimidar os habitantes. Depois jogava-se entulho num ponto do fosso com menos água a fim de conseguir acesso à muralha externa. Enquanto isso, atacava-se a população do castelo, com armas como a besta e a catapulta, a fim de ir minando sua resistência.


era possível arremesar pedras pesadas e dardos flamejantes


A besta era uma arma que permitia lançar dardos ( cujas pontas eram cobertas com trapos em chamas) sucessivamente e com grande rapidez.
Ao menor sinal de perigo, um vigia posicionado na torre mais alta dava o alerta tocando uma trombeta ou emitindo rolos de fumaça. A população do castelo então se mobilizava imediatamente para a defesa. Uma das primeiras providências era erguer a ponte levadiça ( ponte feita de madeira e aparelhada com ferro, a única via de acesso ao castelo). A seguir, os defensores do castelo se posicionavam para a contraofensiva; pelas seteiras ( aberturas estreitas ao longo da muralha),  os arqueiros atiravam flechas contra o adversário, de dentro do castelo, sem correr o risco de ser atingido; outros defensores corriam pelo alto das grossas muralhas e respondiam ao ataque atirando flechas e dardos flamejante.
O castelo possuía uma única grande porta fortificada, laedeada por duas altas torres e protegidas por grande levadiça ( grade formada por toras de madeira cruzadas e reforçadas por peças de ferro). Quando os inimigos conseguiam atravessar o fosso, a grade era baixada rapidamente, e os defensores do castelo escoravam os batentes da porta para tentar resistir aos golpes de ariete ( tronco de madeira pesada com ponta recoberta de ferro usado para romper portas de fortaleza). Apesar de todas essas proteções, a grande porta era o local mais vulnerável da fortaleza; era o local por onde o inimigo quando conseguia- penetrava o castelo.

grade levadiça

Ariete

Nessas habitações, a mobília é rara.
Esta se limita a bancos, mesas, armários sem portas, tábuas de cama. Entretanto, os cômodos não parecem estar nus ou vazios, pois os acessórios têxteis dão calor e vida: almofadas, cortinas, tapetes de mesa, jogos de tapeçaria.
O castelo do final da Idade Média é mais aberto ao exterior e os cômodos são iluminados durante o dia por verdadeiras janelas.
À  noite, a iluminação continua fraca, assegurada por poucas lâmpadas a óleo ou por velas de sebo.
O abastecimento de água permanece um problema mal resolvido, mas ao qual se tenta fornecer soluções cavando poços ás vezes muito profundos dada a localização elevada dos castelos.
Enfim, não poderíamos esquecer o jardim fechado; ou o pomar, é no frescor do jardim e em meio às flores, mais do que no interior dos cômodos, que elas situam os encontros e as alegres conversas, e fazem do jardim o lugar onde se encontram todos os amantes.





2 comentários:

Victória disse...

Oi!
Me siga que te sigo tmb!

http://www.acachorra.com.br

Aguardo vc.
Bjsss,
Victória

Anônimo disse...

me ajudou muito(y)