sábado, 28 de maio de 2011

MECA: ONTEM E HOJE

MECA: ONTEM E HOJE

Outro povo, outra cultura
Hoje é comum encontrar pessoas que conhecem outros países, vizinhos ou muitos distantes e diferentes. Isso é possível devido á evolução dos meios de comunicação e de transportes, desta maneira sendo possível realizar viagens longas com relativa rapidez.
Mas antigamente os viajantes não saberiam o que encontrariam no final de suas viagens.
VAMOS A MECA
A Perigrinação a Meca

Meca, na Arábia Saudita, é uma das cidades sagradas para os muçulmanos.
 

Anualmente, fiéis de todos os lugares do mundo vão até Meca.
Quando iniciam a peregrinação, os fiéis abandonam os trajes do dia a dia e vestem uma roupa composta de duas peças de tecidos branco, chamada IHRAM, e usam até o término do percurso.
Os peregrinos visitam os locais por onde Maomé passou.


Entre eles, está o templo da Caaba, na qual se encontra a Pedra Negra - objeto sagrado para os árabes antes mesmo do surgimento do profeta.
A visita à cidade de Meca é uma das obrigações de todo muçulmano.

Ela faz parte do que  poderia ser chamado " os cincos pilares da fé muçulmana".

1-O credo. Todo muçulmano deve crer que existe um Deus e que Maomé é seu profeta.

2-A oração. Deve ser realizada cinco vezes por dia. O crente deve estar voltado para Meca.

3-A esmola ou a caridade. Dar parte dos seus rendimentos aos necessitados é dever dos muçulmanos.

4-O jejum durante o Ramadã. Durante o nono mês do calendário muçulmano, deve ser praticado o jejum, desde o amanhecer até o pôr-do-sol.

5-A peregrinação. Caso o fiel tenha recursos, é sua obrigação ir à cidade de Meca pelo menos uma vez na vida, a fim de participar da celebração que acontece no 12 mês do calendário muçulmano.
 ALCORÃO

MECA E A ARÁBIA NO SÉCULO VI

As grandes caravanas da estação eram os acontecimentos marcantes: uma ia para Yêmen no verão, outra para a Síria no inverno. Comanditadas por grandes e pequenas fortunas, graças a um engenhoso sistema de crédito, carregavam para o norte, não somente as tãmaras do Hedjaz e o incenso do Yemem, mas as pedrarias da Índia e as sedas da China; de volta traziam fazendas de algodão, armas, trigo e óleo. Duzentos homens acompanhavam estas preciosas especiarias levadas por dois mil ou três mil camelos. Compreende-se que a partida e a chegada dessas caravanas fossem febris e dessem lugar a grandes especulações.
Outra fonte de renda e de prestígio que retinha os Coraichitas neste lugar ingrato era a santa Caaba. Os árabes não rejeitavam absolutamente a idéia de um Deus criador supremo, mas ocupavam-se pouco deste Alá. Prestavam culto a numerosas divindades que podiam, ter filhos e filhas de Deus,aos djins, que inspiravam advinhos e poetas, atormentavam viajantes e doentes, e às pedras que, eretas simbolizavam o " sagarado ' difuso e eram regadas de sangue e óleo.
( "Maomé  e a tradição islamitica " ) 


Um comentário:

Helenzinha Silva disse...


Estou conhecendo o seu blog ainda mesmo assim parabens!!!belo trabalho